Leone Di Venezia Palladio

SKU
35124
Uva: Assemblage
Tipo: Tinto
Graduação alcoólica: 14,5%
Safra: 2018
Vinícola: Leone di Venezia
Preço Especial R$139,90 Preço R$158,00
R$132,91 (5 de desconto) no Boleto, Transferência ou Depósito
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A assemblagem harmonizada foi feita após a fermentação malolática de todos os vinhos, buscando muita estrutura, corpo e personalidade forte, maximizando a potencialidade de cada cultivar. Estagiou em barrica.
Vinhedo: Serra Catarinense
Classe: Fino
Classificação: Seco
Volume: 750 ml
Amadurecimento: Estagiou por 18 meses em barricas de carvalho.
Temperatura: 16 a 18ºC
Potencial de guarda: 10 anos
Visual: Rubi purpura intenso
Olfato: Complexos, destacando frutas vermelhas, ameixa seca, baunilha, chocolate amargo, coco tostado e especiarias.
Paladar: Muita estrutura e corpo, com taninos potentes e maduros. Evolução de sabores terciários evidenciando especiarias, cassis, baunilhas e notas balsâmicas. Um vinho pronto para beber, mas com estrutura que possibilita um longo tempo de guarda.
Harmonização: Pratos que utilizam molhos fortes ou picantes, assados com carne gordurosa e queijos maturados.
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Leone di venezia

Saiba mais sobre a vinícola:

A família Bianco, sempre teve uma forte ligação com a vitivinicultura, o que me levou a fazer a faculdade de agronomia, com o objetivo para montar minha própria cantina. Entretanto, antes mesmo de formado, fui convidado a trabalhar em uma grande multinacional com atividade na área agrícola, onde atuei por 32 anos. Aposentado, decidi retomar o velho sonho de produzir vinhos, continuando a tradição de meu avô e meu pai. Morei um ano na Itália onde fiz um curso de enologia junto ao Veneto Agricoltura, Centro Regional para a Viticultura e Enologia, em Conegliano (Treviso). A vinícola conta com um projeto moderno, planejado sob a supervisão de enólogos italianos, utiliza um lay out prático, econômico e eficiente. Áreas foram projetadas para maximizar o aproveitamento das condições climáticas extremas da região, permitindo aquecimento natural em setores que necessitam de mais calor, como para a fermentação malolática, por exemplo, ou uma câmara fria, que permite as fermentações em branco e posterior estabilização tartárica, com o mínimo de gasto de energia.